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TIME BRASZIL: o fashion aesthetic é outro.

THE BRAZILIAN AESTHETIC: no @tiktok tem emergido uma tendência do início dos anos 2000 de vestir a camiseta do Brasil como moda. Explica: Tete Conde.





Veja bem, num país crescente como o daquela época, o sonho da copa, de uma seleção fervorosa, entrando pra lista de maiores economias do mundo… não seria nem fashion trend, seria orgulho nacional mesmo, o famoso amor a camiseta. Num Brasil de fome de 2022, desmatamento constante e mercado em recessão, é mais fácil mapear essa trend como excludente ou deslocada. Não digo para não haver amor a camiseta, mesmo quando o time está suando em campo, mas ainda somos um time? Eu gostaria que sim, mas ganhar, nesse caso, não é se vestir bem, é evoluir como nação. Tem alguém icônico que disse, “You have to be cool to be queen” (Você precisa ser legal para ser rainha).


Ganni, uma marca que recém desfilou na Copenhagen Fashion Week, tem na sua cartela de vendas uma calcinha de bikini tie dye verde-amarelo de R$1020,00 por R$459,00. A mais bonita que encontrei. E é linda. Vi emergir em algumas blogueiras a animação pela copa do mundo e a camiseta oficial do Brasil. É realmente bonito e emocionante vestir a nossa camiseta, nossas calcinhas de bikini e a bandeira, mas não adianta vesti-las apenas fora do Brasil. Queremos ser Brasil com S e queremos também Brazil com Z.



Nossa bandeira foi aderida por uma posição política na última eleição de 2018. Mas, em 2022, a eleição vai acontecer antes da Copa do Mundo da FIFA. Precisamos saber se irão vestir a camiseta em todos os jogos e torcer para que ganhar de qualquer adversário que seja, signifique, também, sustentabilidade social, ambiental, econômica e política. Se ganharmos da Suécia, Croácia ou Inglaterra na Copa, seguiremos perdendo se não utilizarmos da garra para vencer a desigualdade. Teremos que votar para isso, e votar também é torcer.

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